Como o Supermercado Anali Cresceu 21% Após Migrar para a Instabuy.
- Instabuy

- há 4 dias
- 3 min de leitura
Quando o assunto é e-commerce para supermercados, a diferença entre “ter uma loja online” e “vender de verdade no digital” costuma estar em dois pontos: experiência de compra e operação integrada. O Anali Supermercados é um exemplo prático disso. Após migrar para a Instabuy, a rede registrou crescimento de 21,25% na comparação anual de janeiro (um resultado acima de 20%), mostrando como uma mudança de plataforma pode destravar performance e escala.
Antes da migração, o principal gargalo era um checkout ruim, aquele tipo de finalização de compra que faz o cliente desistir no meio do caminho somado a limitações de integração, o que gerava fricção operacional e prejudicava o crescimento. Na prática, é como ter uma boa loja, com bons preços, mas um “caixa” lento e confuso: O cliente até tenta comprar, mas abandona. Foi a partir desse diagnóstico que o Anali buscou uma solução capaz de resolver a jornada do cliente e a parte de bastidores ao mesmo tempo.
Com a Instabuy, a estratégia foi atacar o que mais impacta as vendas no curto prazo: reduzir atrito na compra e aumentar a capacidade de execução do time. A implantação trouxe um checkout mais fluido e a integração com sistemas essenciais, como CIS e Mercafácil, criando um fluxo mais confiável entre pedido, pagamento e operação. Quando essa base fica sólida, o e-commerce passa a ser previsível: dá para rodar campanhas, medir resultado e otimizar continuamente sem “vazar” vendas por problemas de experiência ou falhas de sincronização.
Os números do mês reforçam o tamanho da operação digital: em janeiro, o e-commerce do Anali registrou receita de R$ 548.458,52, com 2.308 pedidos, 1.327 clientes e ticket médio de R$ 241,96. Mesmo com pontos de atenção em retenção, mostra que, com a plataforma certa, existe espaço para crescer com eficiência especialmente quando a operação consegue transformar tráfego em pedido concluído e criar rotinas para aumentar recorrência.
Um segundo ponto importante é como a base tecnológica permitiu usar marketing de forma inteligente, com campanhas que geraram retorno claro. No período, as automações e comunicações para 1ª compra, carrinho abandonado e aniversariantes do mês apresentaram resultados fortes, com ROI elevados (por exemplo, ROI de R$ 65,54 na 1ª compra e ROI de R$ 70,21 em aniversariantes, o que mostra que não se trata apenas de “mandar cupom”, mas de segmentar e ativar o cliente certo no momento certo.
Esse aprendizado fica ainda mais prático quando olhamos os exemplos de execução. Exemplo 1: O cupom de primeira compra funciona como “empurrão inicial” para quem está com intenção de comprar, mas ainda precisa de um motivo para testar o delivery; a partir daí, o foco vira puxar a segunda compra dentro do mês, que é onde a retenção começa a se consolidar. Exemplo 2: O carrinho abandonado recupera pedidos que já estavam praticamente ganhos, e por isso costuma ter retorno alto especialmente quando a mensagem é rápida e objetiva e lembra o benefício (cupom, frete, ou prazo de entrega) sem complicar a decisão.
A migração para a Instabuy não apenas solucionou os problemas técnicos que travavam o crescimento, mas também abriu portas para estratégias de marketing mais sofisticadas, gestão baseada em dados e uma experiência do cliente que realmente funciona.
No fim, o case do Anali deixa uma mensagem simples: crescimento no e-commerce de supermercado não vem só de promoção.Ele vem de uma combinação de experiência de compra (checkout), integração operacional (para não perder venda por falha) e marketing orientado a dados (campanhas com segmentação e ROI). Foi isso que sustentou o resultado de mais de 20% de crescimento após a migração para a Instabuy e é o mesmo caminho para outras redes que querem escalar o digital com previsibilidade.



Comentários